“É FRIBOI?” ROBERTO CARLOS AFIRMA QUE NUNCA FOI VEGETARIANO

Pela primeira vez, Roberto Carlos falou publicamente sobre a polêmica de sua participação na propaganda das carnes Friboi: de acordo com os boatos, o cantor seria vegetariano há 30 anos e teria voltado a consumir o alimento apenas para gravar o comercial.
Mostrando-se chateado com os comentários, Roberto Carlos esclareceu a controvérsia: “Nunca fui vegetariano, eu só não comia carne vermelha, mas comia peixe e frango”, explicou ele durante o lançamento de seu livro de fotografias na noite de ontem (29), em São Paulo.
“Falaram que eu só voltei a comer carne porque a Friboi me ofereceu. É mentira. Eu jamais faria uma coisa dessa na minha vida, seria um absurdo, não combina comigo esse tipo de coisa, fazer uma propaganda que eu não concorde ou não uso. Já deixei de fazer comerciais ou fazer campanhas, acertar contratos por não concordar com aquilo”, acrescentou o cantor.
Roberto Carlos informou que voltou a comer carne vermelha por orientação médica e ainda fez graça com uma garçonete que trouxe petiscos feitos com esse alimento. Antes de aceitar, ele perguntou: “É Friboi?”, arrancando risos dos presentes.
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Em pronunciamento, Dilma anuncia correção da tabela do Imposto de Renda

Em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, a presidenta Dilma Rousseff anunciou que vai corrigir a tabela do Imposto de Renda e atualizar os valores pagos aos beneficiários do Programa Brasil sem Miséria. Segundo ela, a correção trará um “importante ganho salarial indireto e mais dinheiro no bolso do trabalhador”, favorecendo quem vive da renda do trabalho. O discurso é para marcar o Dia do Trabalho, celebrado amanhã (1º).
"Acabo de assinar uma medida provisória corrigindo a tabela do Imposto de Renda, como estamos fazendo nos últimos anos, para favorecer aqueles que vivem da renda do seu trabalho. Isso vai significar um importante ganho salarial indireto e mais dinheiro no bolso do trabalhador", disse.
No último dia 10 de março, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a correção da tabela para os isentos do pagamento de imposto de renda, segundo a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A OAB alegou que há defasagem acumulada de 61,24% no cálculo durante o período de 1996 a 2013, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Se a correção for feita como pedido pela OAB, estarão isentos contribuintes que ganham até R$ 2.758, e não R$ 1.787 como é hoje.
“Assinei também um decreto que atualiza em 10% os valores do Bolsa Família recebidos por 36 milhões de brasileiros beneficiários do Programa Brasil sem Miséria”, declarou Dilma, programa que, segundo a presidenta, vai garantir que esses cidadãos continuem acima da linha da extrema pobreza, definida pela Organização das Nações Unidas. O programa garante às famílias renda mínima de R$ 70 por pessoa. No início deste ano, o valor médio do pagamento aos beneficiários do Bolsa Família era R$ 150,60.
Sobre o aumento do salário mínimo, corrigido pela inflação, é um “instrumento efetivo para a diminuição da desigualdade” entre os trabalhadores, a presidenta assumiu o compromisso de “continuar a política de valorização do salário mínimo”. Dilma rebateu críticas sobre o crescimento do mínimo. “Para eles, um salário mínimo melhor não significa mais bem-estar para o trabalhador e sua família, dizem que a valorização do salário mínimo é um erro do governo e, por isso, defendem a adoção de medidas duras, sempre contra os trabalhadores”.Durante o pronunciamento, a presidenta defendeu as políticas econômicas, como o “crescimento com estabilidade” e o “controle rigoroso da inflação”. Sobre este assunto, Dilma afirmou que “aumentos localizados de preço” causam “incômodo às famílias, mas são temporários e, na maioria das vezes, motivados por fatores climáticos”.
Em relação ao setor energético, Dilma disse que a tarifa de energia teve “a maior redução da história”. “A seca baixou o nível dos reservatórios e tivemos de acionar as termoelétricas, o que aumentou muito as despesas. Imaginem se nós não tivéssemos baixado as tarifas de energia em 2013”. Segundo ela, os investimentos feitos em geração e transmissão de energia permitem hoje ao Brasil “superar as dificuldades momentâneas, mantendo a política de tarifas baixas”.

Receita admite erro e anuncia que bebidas aumentarão mais que o esperado

Um dia depois de anunciar aumento de tributação sobre as bebidas frias (cervejas, refrigerantes, isotônicos e refrescos), a Receita Federal admitiu erro de divulgação nas tabelas e confirmou que o impacto para o consumidor será maior do que o previsto. Em nota oficial, o órgão informou que os preços subirão, em média, 2,25% para o consumidor final, e não 1,3% como divulgado ontem (29).
A tabela com a atualização dos preços de referência, usados para calcular o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o PIS/Cofins das bebidas, foi publicada hoje (30) no Diário Oficial da União com números diferentes dos divulgados ontem aos jornalistas. Depois de questionamentos ao longo do dia, a Receita esclareceu que os números que saíram no Diário Oficial são os corretos.
No comunicado, a Receita admitiu que os números foram ajustados e que houve erros na divulgação das tabelas. “A Receita Federal esclarece que foram constatadas inconsistências nas informações divulgadas à imprensa acerca dos valores de bebidas frias. Após ajustes na planilha divulgada, o montante de variação dos preços estimados no varejo aos consumidores poderá ser até 2,25%, em média, e não 1,3%”, esclareceu o texto.
As novas tabelas com os preços das bebidas só entrarão em vigor em junho. Ao anunciar o reajuste das tabelas ontem à noite, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, informou que o aumento de tributos renderia R$ 1,5 bilhão a mais para o governo neste ano. Segundo o órgão, a previsão está mantida.
Hoje, em entrevista coletiva para fazer o balanço da entrega da declaração do Imposto de Renda, o secretário da Receita havia se recusado a comentar a diferença entre as tabelas. Ele informou apenas que o órgão emitiria um posicionamento até o fim da noite.Desde 2008, as bebidas são tributadas conforme modelo misto que envolve uma tabela de preços no varejo, de acordo com o volume e o tipo de embalagem. Sobre os valores é aplicada uma alíquota, que não incide sobre 100% do preço, mas sobre um redutor, hoje equivalente a 30% do preço, e esse redutor será reajustado, gradativamente, para 52,5% do preço final até 2015.
No início de abril, o governo havia reajustado o redutor, o que provocou aumento médio de 0,4% no preço das bebidas e renderá R$ 200 milhões para o governo em 2014. Ontem, o governo elevou os preços de referência, cuja tabela estava desatualizada desde maio de 2012, com base em preços de outubro de 2011, elevando a arrecadação em mais R$ 1,5 bilhão.
Ao anunciar o socorro para o setor elétrico, em março, o governo havia informado que aumentos de impostos seriam usados para cobrir o aporte de R$ 4 bilhões ao fundo que financia a redução das tarifas do setor elétrico. No entanto, ontem à noite, Barreto alegou que as tabelas dos preços das bebidas foram atualizadas segundo critérios técnicos.
fonte=agencia Brasil

Começa nesta quinta em Pernambuco, a Campanha de vacinação contra febre aftosa

A primeira etapa de vacinação contra febre aftosa irá acontecer desta quinta (1°) a 31 de maio, em todo o Estado de Pernambuco.
Quem tem rebanho bovino e bubalino deve aderir à campanha. Mesmo com status de área livre de febre aftosa, o Estado deve continuar se protegendo contra a doença, segundo a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária (Adagro).
A meta é imunizar mais de 90% do rebanho pernambucano, que hoje é de pouco mais de dois milhões.
O produtor deverá adquirir a vacina nas casas agropecuárias e declarar a vacinação nos escritórios da Adagro. A dose custa em média R$ 1,70. A vacina deve ser conservada em gelo e para evitar o estresse dos animais, deverá ser aplicada nas horas mais frias do dia, pela manhã ou no fim da tarde, animais recém nascidos também devem ser imunizados. “ O criador que não vacina fica impedido de tirar a GTA e não pode se cadastrar em programas do Governo, além de pagar multa de no mínimo R$ 60,00” declarou a gerente geral da Adagro, Erivânia Camelo. As informações são do governo do estado.(Com informações carlosbritto.com).

Justiça Federal condena a ex-deputada Isabel Cristina por improbidade administrativa

A 20ª Vara da Justiça Federal, em Salgueiro (PE), condenou a ex-deputada e ex-superintendente da Codevasf, Isabel Cristina (PT), por improbidade administrativa sobre atos praticados durante sua gestão à frente da 3ª Superintendência Regional do órgão federal.
Com a sentença, Cristina teve decretada a suspensão dos seus direitos políticos por cinco anos, ficando assim inelegível para concorrer nas próximas eleições, além de condenada a pagar multa equivalente a dez vezes o valor de sua última remuneração na Codevasf. Ela ficará ainda impedida de contratar com o poder público pelo prazo de 3 anos. Desta sentença cabe recurso para o Tribunal Regional Federal (TRF).
Na mesma sentença foram condenados o irmão de Isabel Cristina, José Carlos de Oliveira (Cacau) e o ex-prefeito de Cabrobó, José Dílson de Menezes.
Apesar da imprensa só ter tomado conhecimento agora, a sentença foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Justiça Federal no dia 24 de março.
Para consulta do processo, acesse o site da Justiça Federal de Pernambuco digitando os seguintes números na busca: 0000019-95.2010.4.05.8304. O Blog reserva espaço para os esclarecimentos de Isabel Cristina e aos demais citados.(Com informações carlosbritto.com).

Fabricantes de cerveja reclamam de imposto e dizem que preço vai subir

Sindicato que reúne fabricantes de bebidas frias afirma que  segundo aumento de impostos este mês vai elevar os preços e pressionar a inflaçãoA Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) divulgou nota de protesto contra o anúncio de mais um aumento de impostos feito pela Receita Federal.
Segundo a associação, as empresas foram surpreendidas com o anúncio do segundo aumento nos tributos incidentes sobre o segmento de bebidas frias em menos de um mês.
A CervBrasil avalia que esse novo reajuste deve provocar aumento de preços para o consumidor final, além de gerar inflação, comprometer investimentos e causar impactos negativos no crescimento do setor e nos índices de emprego.
"A surpresa vem do fato de que, a despeito do discurso de aproximação com os setores produtivos por parte do governo, houve, em menos de um mês, dois aumentos de tributos sem nenhuma indicação de debate entre o governo e as empresas", diz a nota da associação.
Segundo a assciação, o setor de bebidas representa 3% do PIB brasileiro e fez investimentos de mais de R$ 22 bilhões no país nos últimos três anos, gerando 3 milhões de empregos, diretos, indiretos, desde o agronegócio até o pequeno varejo.
"Caso o novo reajuste seja mantido, a carga tributária das bebidas frias, que já estava entre as maiores do mundo, terá sofrido aumento superior a 30% desde abril de 2013, quatro vezes acima da inflação geral no período, e três vezes maior que a específica do setor", diz a nota.
A CervBrasil afirma que "os aumentos consecutivos de tributos promovidos pelo atual governo federal comprometeram o crescimento do setor, que vem registrando estagnação nos últimos três anos".
A associação destaca que a pressão de custos no setor tem sido relevante especialmente nos dois últimos anos: preços de commodities, câmbio, inflação, energia elétrica e embalagens, além dos tributos federais e estaduais.
"Em 2014, os preços da cerveja têm sofrido reajustes inferiores à inflação geral, o que torna a medida especialmente inoportuna, já que acontece em um momento em que o setor ensaiava uma retomada, às vésperas da Copa do Mundo, impactando as duas principais paixões do brasileiro, futebol e cerveja, segundo pesquisa do Ibope", afirma a nota.
A nota acrescenta que "são fundamentais para decisões de investimentos, fatores como previsibilidade e a estabilidade institucionais".

Dilma diz que é candidata mesmo sem apoio da base aliada

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira, 30, que gostaria de ter a base aliada próxima quando sair candidata à reeleição e que seguirá mesmo sem apoio. Questionada sobre o movimento "Volta, Lula", em entrevista a rádios da Bahia, onde cumpre agenda, ela afirmou que se trata de uma situação normal e que, em ano eleitoral, é possível que ocorram "todas as hipóteses que se pode conceber".
Ao comentar a manifestação de parlamentares do PR, nesta semana, que querem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT, Dilma respondeu: "Se não tiver o apoio da base (quando eu for candidata), toco em frente", afirmou.
Já na segunda-feira Dilma falou sobre o coro "Volta, Lula" e afirmou não se preocupar com a manifestação de representantes da base. "Ninguém vai me separar do Lula nem ele vai se separar de mim", disse. Há duas semanas, em entrevista a blogueiros, Lula também afirmou que não sairá candidato e reiterou seu apoio à reeleição de Dilma.
Ainda nesta manhã, Dilma participa da entrega de unidades habitacionais do programa "Minha Casa, Minha Vida", em Camaçari (BA). Nesta terça-feira, ela participou de eventos em Feira de Santana, no interior baiano.
fonte=MSN

ABSURDO-ISSO É BRASIL!!! em uma maternidade de São Paulo bebês são colocados em caixas de papelão por falta de berços.

Em uma maternidade de São Paulo recém nascidos são colocados em caixas de papelão por falta de bercinho. Esse é o padrão Fifa pra Copa do Mundo 2014, Bem vindo ao Brasil onde futebol é prioridade, existem duas maneiras de um país crescer, com saúde e educação então já sabemos que nosso país não vai a lugar nenhum, Pense bem pode ser um filho, um neto, um sobrinho um afilhado ninguém está descartado.

80% das rádios AM do Brasil solicitaram a migração para o FM

Cerca de 80% das rádios AM de todas as regiões do país solicitaram ao Ministério das Comunicações autorização para migrar para a faixa de FM. O MiniCom recebeu um total de 1.386 pedidos de migração, em um universo que engloba 1.781 emissoras em todo o Brasil. Os dados fazem parte do balanço das sessões públicas realizadas em todas as capitais desde o dia 24 de março.
A adesão à proposta do Ministério das Comunicações foi alta na maioria dos Estados. No Pará e no Amapá, todas as rádios que operam em ondas médias apresentaram requerimentos. São Paulo, o Estado com mais emissoras AM (274, no total), registrou 237 pedidos. Mato Grosso do Sul, com 55 estações, teve 51 pedidos.
Das 108 emissoras AM de Santa Catarina, 100 delas pediram a migração. No Paraná, onde existem 180 rádios AM, o número de pedidos chegou a 162. Os requerimentos atingem mais de 80% no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Acre, Roraima, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.
Os radiodifusores que solicitaram a migração receberão um número de protocolo, para acompanhar a tramitação dos seus pedidos.Novas faixas
A Anatel realizará estudos de viabilidade técnica em cada unidade da federação para determinar se há espaço para a migração de todas as emissoras interessadas em cada município. Nos casos em que não haja espaço no espectro, a agência deverá analisar a necessidade de uso da faixa estendida de FM (de 76 MHz a 88 MHz), que deve ser liberada com a digitalização da TV.
Os canais 5 e 6, que hoje são ocupados por canais analógicos de TV, serão desocupados e destinados à FM. Hoje, as FMs são sintonizadas na faixa de 87.9 MHz a 107.9 MHz. Com a liberação dos canais, essa frequência será estendida de 76 MHz a 107.9 MHz.
Prazo
As entidades que não participaram das sessões públicas ainda podem enviar os requerimentos para o MiniCom até o dia 10 de novembro. Mas, nesse caso, o pedido só vai ser analisado depois que a Anatel concluir os estudos de viabilidade técnica naquele Estado.
Modernização
A migração das rádios AM para a faixa de FM foi autorizada no fim do ano passado pelo decreto 8.139. O objetivo da medida, que atende a uma antiga demanda de radiodifusores, é permitir a continuidade da operação dessas emissoras na nova faixa, já que o sinal das estações AM vem caindo em qualidade devido ao crescimento das cidades, além de não ser acessível em dispositivos como celulares e tablets ou mesmo em aparelhos de recepção mais modernos.

IBGE: enchentes deixaram 1,4 milhão de desabrigados entre 2008 e 2012

As enchentes atingiram entre 2008 e 2012 cerca de 1.543 municípios, o equivalente a 27,7% das cidades do país, o que resultou em registros de 8.942 ocorrências, que deixaram 1,4 milhão de pessoas desabrigadas ou desalojadas (que tiveram que deixar temporariamente as suas casas) em todo o Brasil. Os dados fazem parte da Pesquisa de Informação Básica Municipais (Munic) 2013, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). está divulgando hoje (30).A pesquisa traz os principais dados relativos à gestão e à estrutura dos municípios brasileiros a partir da coleta de informações sobre sete temas: perfil dos gestores municipais, recursos humanos, legislação e instrumentos de planejamento, saúde, meio ambiente, política de gênero e gestão de risco, e resposta a desastres.
Sobre a questão das enchentes, a publicação constatou que as enxurradas atingiram1.574 cidades (28,2% do total); e somaram 13.244 casos, resultando em 777,5 mil desabrigados ou desalojados; enquanto os alagamentos atingiram 2.065 municípios 37,1%, que resultaram em processos erosivos em 1.113, cidades (20% do total), com os escorregamentos e deslizamentos tendo atingido 16% dos município: 895.Esta é a primeira vez que a Munic investiga questões específicas sobre planejamento urbano voltados para a preservação, redução e gestão de riscos e desastres. Segundo o IBGE, no entanto, quase a metade dos municípios brasileiros não fazem gestão de riscos e desastres.
Os dados levantados indicam que, em 2013, 51,9% (2.892 municípios) possuíam pelo menos um dos 12 instrumentos de planejamento urbano pesquisados, o que significa que 2.676 municípios (48%) não realizavam nenhuma ação de gestão de risco e desastres.
A pesquisa mostrou, ainda, que 33% das cidades tinha pelo menos um dos sete instrumentos de planejamento pesquisados, sendo que o mesmo percentual deles tinham pelo menos um instrumento de gerenciamento de desastres decorrentes de enchentes e enxurradas e 21,1% tinham pelo menos um instrumento relacionamento a escorregamento ou deslizamento.
Agencia Brasil(fonte)